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Prepare-se para a batalha - parte I

A Igreja tem vivido sob o impacto do avivamento espiritual

 

São dias de refrigério pela presença do Senhor. Dias de vitória e manifestações do poder sobrenatural do nosso Pai Celestial. Vivemos no nível de graça e unção que nos leva, como Igreja, e como membros individuais, ao confronto direto nos embates da batalha espiritual. As retaliações são ameaças e as armadilhas do inimigo uma estratégia para enfraquecer e amedrontar os irmãos.

Surge a necessidade de vivermos no esconderijo do Altíssimo nesta hora. O Salmo 91 é quase inacreditável! É fascinante; é extraordinário! Há nele uma promessa maravilhosa para nós, que gostaria de desvendar com você: de que é possível habitarmos no esconderijo do Altíssimo e descansarmos à sombra d’Aquele que tudo pode. É fato que todo mundo sabe que Deus é onipotente, mas esse saber é mental – com o entendimento natural apenas -, mas, na prática, o que vemos é muito medo por parte das pessoas de depender de Deus e de crer no Seu poder. E Deus fica limitado para usar o Seu grande poder, visto que Ele só se manifesta à medida da estatura da nossa fé. Se você acha que pode prescindir de habitar ou descansar à sombra do Onipotente, você está muito equivocado! Todos precisamos, desesperadamente, da sombra do Onipotente, do esconderijo do Altíssimo, porque o mundo em que vivemos é um lugar terrivelmente perigoso.

Toda vez que vou a um enterro, penso na vida e na morte. Salomão disse que é melhor ir a um enterro do que a uma festa. Por quê? Porque lá podemos meditar a respeito da brevidade da vida, e na certeza inescapável de todo ser humano: a de que iremos morrer um dia e vamos prestar contas diante deste Deus Onipotente, de tudo o que fizemos. O Salmo 91 nos mostra cinco tipos de perigos. O primeiro deles é biológico. Estamos rodeados de perigos biológicos. O versículo 3 nos diz que o Senhor nos livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa (contagiosa, infecciosa – a peste que pega no ar). O versículo 6 ainda nos lembra de outra peste – a que se propaga nas trevas. Hoje existem inúmeras doenças. Corremos perigo até quando alguém espirra do nosso lado, em lugares públicos, ou simplesmente por comermos na rua – a comida pode estar contaminada. Viver é algo muito perigoso. O risco de ficarmos doentes é muito grande. Um vizinho meu, há poucos dias, contraiu uma simples virose e, depois de sofrer uma forte dor de cabeça seguida de febre, não resistiu: um dia apenas de sintomas e fui convidado para o seu enterro. O segundo perigo é o perigo do acaso. O versículo 5 diz: “Não te assustará o terror noturno, nem da seta que voa de dia”. O que seria essa seta que voa de dia? Penso a respeito de bala perdida. Os Estados Unidos são o país onde mais se morre por balas perdidas, pois todo americano tem uma arma. Não pensamos que estas coisas possam acontecer conosco, não é mesmo? No máximo, pode acontecer com o nosso vizinho! Em terceiro lugar existem os perigos psicológicos – da mente humana. Terror noturno, mencionado na verso 5, é uma expressão mais rebuscada para pesadelos.

Quem nunca sonhou que estava caindo num buraco sem fim, ou que estava preso e não conseguia sair, ou coisas desse tipo? Ou quem nunca dormiu com medo intenso de perder o emprego, de ficar doente, ou até mesmo inválido? O versículo 15 traz um tranqüilizante santo: “Ele me invocará, e eu lhe responderei; e na sua angústia eu estarei com ele”. Há dias que a angústia vem. Ela pode vir por mil temores, por mil receios, de perigos que tornam a vida um risco. E há ainda os perigos sociais. “Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios” é o que diz o verso 8. Nós moramos rodeados de ímpios. Muitos inocentes há que morrem vítimas da correria e da angústia da vida moderna.

 

continua...

 

 

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